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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

História "As aventuras do efefante Trombinha" - 1ª parte

História: As aventuras do elefante Trombinha


Era uma vez...
Num reino bem distante morava um elefante que se chamava Trombinha, lá era um lugar muito lindo, mas, o elefantinho estava ficando angustiado de fazer as mesmas coisas todos os dias. Ele queria conhecer novos lugares.
                                                                                  
Um dia, ao desabafar suas tristezas com um sábio, ele lhe disse:
Sábio: _Trombinha... Como você é um bom menino, vou te conceder um presente. Este pano é encantado e vai te levar aonde você quiser.
O elefante Trombinha ficou tão feliz, mais tão feliz, todo o reino se encheu com sua alegria.
Elefante:_ Estou tão contente, agora vou poder viajar.

Todos cantam: a música do “elefante Trombinha”
O elefante trombinha queria voar e viajar, as criancinhas disseram: Trombinha você vai cair! O elefante Trombinha voou e voou, viajou e viajou e lugares mágicos ele encontrou.

O elefantinho passou por vários lugares, sua primeira parada, foi em uma fazenda.
Ele avistou de longe aquele lugar lindo, parecia um sonho...
Elefante:_ Amigo pano encantado, olha! Que lugar é esse? É muito lindo!
Pano: _ Vamos descer então!
É... Realmente era um lugar muito belo, cercado pela natureza, com muitas flores e vários bichinhos, era uma grande oportunidade de fazer novos amigos. Então os dois companheiros decidiram pousar.
Os animais da fazenda olharam curiosos.
                       
Animais:_ Nossa, quem será!?
Mas, logo, logo eles se enturmaram. Conheceram os bois, as vaquinhas, as galinhas, os passarinhos e vários outros. Mas o elefante Trombinha fez um amigo muito especial, o cavalo, Pangaré.
O cavalinho convidou seus novos amigos para passear pela fazenda.

                                                                  

Cavalo: _ Vamos! Vou te mostrar a linda casa em que moramos.
Quando de repente...( som do jacaré)

                              

Jacaré: _ Búuuuuuuuuu.  

Música:Eu sou um jacaré que gosta de comer esconda os seu olhinhos se não ...eu vou comer,  os seus olhinhos e o dedão do pé. (Nariz) (Boca)

Cavalo: _ Êee seu jacaré levado, você sempre faz isso! Não assuste os nossos visitantes!
Narr:.Está chegando ao término de um lindo dia, os amigos, brincaram e se divertiram bastante e passearam pela fazenda.
Elefante: _ Ahhhh amigos, estou tão cansadinho, a viagem foi longa e o dia foi muito legal, preciso descansar...
Cavalo: Então vamos voltar, para nossa casa vou arrumar para vocês uma cama bem aconchegante para descansarem.
Narr:.E assim eles foram descansar e aguardar por novas aventuras mágicas...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O Poema "As Brincadeiras" de Ricardo Azevedo

Poema em forma de jogo da memória

                    


A viagem de Trombinha em uma fazenda....

Na Segunda vivência partindo do interesse das crianças pela fazenda, planejamos o espaço, criando um ambiente prazeroso e rico de significados. Iniciamos com a historia das Viagens do elefante Trombinha, na qual conheceu uma fazenda com muitas flores e bastante amigos animais, utilizando de fantoches e dedoches.
As crianças demonstraram muita atenção em cada detalhe,  ao termino da historia as mesmas puderam brincar com os fantoches e até montaram em uma cela, foi maravilhoso!!!








Confecção dos cavalinhos, as crianças puderam brincar bastante depois de prontos!






Conhecendo o elefante Trombinha...

Na nossa primeira vivência, começamos nos apresentando em rodinha e em seguida trazendo um visitante super legal, que trouxe objetos bastante interessantes nas suas viagens pelo mundo!

Nosso amiguinho  o elefante Trombinha, levou objetos relacionados a música  "O Pano Encantado".


Projeto coletivo de estágio

PROJETO COLETIVO DE ESTÁGIO- VIAJANDO POR NOVOS CAMINHOS COM A TURMA DO JARDIM

Apresentação

O Estágio é de suma importância para a formação de profissionais capacitados e aptos para o trabalho com crianças. Pimenta e Gonçalves (2005/2006 p. 13) “consideram que a finalidade do estágio é a de proporcionar ao aluno uma aproximação à realidade na qual atuará”. Sabe-se que a Educação Infantil é uma etapa imprescindível para o desenvolvimento das crianças, na construção de sua identidade e autonomia.
A partir dessa visão, pensou-se na elaboração deste Projeto Coletivo de Estágio, este surgiu da necessidade de se ter uma base comum, sólida, para a elaboração dos Projetos de Intervenção no Estágio II. Para isso partiremos dos mesmos princípios e fundamentos teóricos com perspectiva de solidificar e consolidar objetivos comuns no desenvolvimento do trabalho junto às crianças.
           Este Projeto Coletivo de Estágio é, portanto, resultado dos estudos e discussões realizados nas disciplinas Atividades de Orientação em Docência na Educação Infantil I e Estágio Supervisionado em Docência na Educação Infantil I, mediadas pela professora Lindalva Pessoni Santos. A partir dele, elaboraremos, no Estágio II, o Projeto de Intervenção para ser desenvolvido nas instituições campo: creche e pré-escola, no segundo semestre de 2013.   Pode-se afirmar metaforicamente que trata-se de um guia, que orientará os rumos coletivos de quatro grupos de estagiárias, do Curso de Pedagogia, da UEG - Unidade de Inhumas, buscando assegurar unidade na elaboração e desenvolvimento dos Projetos de Intervenção, no Estágio II.
           Tendo em vista que o estágio é composto de observação, reflexão e aproximação do campo profissional, utilizamos desses momentos e da compreensão da indissociabilidade entre teoria e prática para projetamos uma proposta que leve em consideração as novas concepções da educação infantil. Segundo Pimenta e Lima (2005/2006, p. 7):
Para desenvolver essa perspectiva, é necessário explicitar-se os conceitos de prática e de teoria e como compreendemos a superação da fragmentação entre elas a partir do conceito de práxis, o que aponta para o desenvolvimento do estágio como uma atitude investigativa que envolve a reflexão e a intervenção na vida da escola, dos professores, dos alunos e da sociedade [...].
             Consideramos, dessa forma, que este projeto é uma abertura para amplas possibilidades no campo da educação infantil, ao levar em conta as novas orientações norteadoras desta, que é a primeira etapa da educação básica. De acordo com DCNEI (2010), o atendimento em creches e pré-escolas como direito das crianças garantido na Constituição de 1988 fez com que a Educação Infantil passasse a viver um intenso processo de revisão de concepções sobre como deve ser a educação em espaços coletivos, bem como passou-se a discutir a seleção e fortalecimento de práticas pedagógicas mediadoras da aprendizagem e do desenvolvimento das crianças. 
            O que se busca, portanto, neste projeto, é a sistematização de uma base sólida que edifique um trabalho tendo em vista a superação de grandes desafios como: levar em consideração as características, interesses e necessidades dos grupos observados em tão pouco tempo; aglutinar o real com o que se deseja alcançar; reinventar os espaços físicos e os recursos materiais; romper, sem causar estardalhaços, as concepções cristalizadas sobre as especificidades da infância e da própria educação infantil que se fazem presente nos campos de estágio.

Justificativa

O projeto é uma ação direcionada ao futuro, em que procura-se ampliar as possibilidades de aprimorar os conhecimentos alcançados através das vivências, discussões e estudos teóricos.  Sendo assim, este Projeto Coletivo surgiu de trocas de conhecimentos, experiências e observações com uma ação direcionada e devidamente planejada para que alcancemos objetivos comuns.
 Segundo Barbosa e Horn (2008, p. 34):
Os projetos são um dos muitos modos de organizar as práticas educativas. Eles indicam uma ação intencional, planejada coletivamente, que tenha alto valor educativo, com uma estratégia concreta e consciente, visando a obtenção de determinado alvo.

Diante dos estudos realizados e das vivências nos campos de estágio, pôde-se perceber a necessidade de discutir e reestruturar as práticas pedagógicas que tem sido empreendidas com as crianças nas creches e pré-escola, visto que observamos a nítida separação que se faz entre cuidar e educar, como se fosse momentos distintos, além de reduzir o “pedagógico” a  atividades pouco significativas que se centram basicamente  em datas comemorativas com uma tendência conteudista. A partir dessas análises e das propostas das disciplinas Atividades de Orientação em Docência na Educação Infantil I e Estágio Supervisionado em Docência na Educação Infantil I, é que surgiu a necessidade da elaboração deste Projeto Coletivo de Estágio que servirá de norte para a elaboração dos Projetos de Intervenção, no Estágio II. Segundo Barbier (apud BARBOSA e HORN, 2008, p.33), “o projeto não é uma simples representação do futuro, do amanhã, do possível, de uma ideia; é o futuro a fazer, um amanhã a concretizar, um possível a transformar em real, uma ideia a transformar em ato.”   
A partir dessas reflexões e da opção de estruturar os Projetos de Intervenção a partir dos fundamentos de projetos pedagógicos é que se fez necessário compreender e delinear uma proposta coletiva que mesmo sendo desenvolvida de diferentes maneiras, levando em consideração as especificidades de cada agrupamento e do próprio grupo de estagiarias, terá em comum as mesmas concepções e diretrizes que garantirão a defesa e a efetivação de uma educação que realmente reconheça a criança como protagonista e co-autora do seu desenvolvimento e aprendizagem. Conforme Barbosa e Horn (2008) projeto pedagógico é uma possibilidade de ampliar o universo das crianças, pelo fato de contemplar uma visão multifacetada do processo de ensino, aprendizagem, organização de espaço, das informações, além de ser uma forma criativa e inovadora tanto para os pequenos como para os professores, estabelecendo ricas relações, construtivas e significativas para todos que buscam o conhecimento, pelo fato de estes não serem imutáveis.               
A construção do Projeto Coletivo de Estágio é uma busca de garantir unidade, de consolidar uma base de sustentação comum aos grupos de estágio para a futura elaboração dos Projetos de Intervenção, assegurando assim, um trabalho coeso, que atenda realmente as especificidades da Educação Infantil e esteja coerente com as orientações norteadoras que estão elencadas na Resolução nº 05, de 17 de dezembro de 2009 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI).
As DCNEI definem a criança como sujeito histórico e de direitos que constrói sua identidade pessoal e coletiva, que brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, questiona, enfim produz cultura. Para contemplar esse universo, as Diretrizes definem o currículo como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental e científico, de modo a promover o desenvolvimento integral das crianças.
Tendo como fundamentos as Diretrizes, os estudiosos e defensores da Educação infantil, as discussões e as observações investigativas nos campos de estagio, os projetos de trabalho, que futuramente serão elaborados deverão contemplar vivencias e experiências que desafiem as crianças, que as tornem críticas, autônomas e ativas, que as levem a se expressarem livremente, ampliando o universo de conhecimento ao qual estão inseridas. Portanto, este Projeto Coletivo de Estágio tem como função garantir aos grupos de estagiárias os mesmos fundamentos edificantes para a elaboração e desenvolvimento de seus Projetos de Intervenção. Para sintetizar a visão que os grupos de estágio construíram sobre o que é a criança e consequentemente de como ela é concebida na pedagogia de projeto, Barbosa e Horn (2008, p. 87) contribuem da seguinte maneira:
A pedagogia de projetos vê a criança como um ser capaz, competente, com um imenso potencial e desejo de crescer. Alguém que se interessa, pensa, dúvida, procura soluções, tenta outra vez, quer compreender o mundo a sua volta e dele participar, alguém aberto ao novo a ao diferente. Para as crianças, a metodologia de projetos oferece o papel de protagonista das suas aprendizagens, de aprender em sala de aula, para além dos conteúdos, os diversos procedimentos de pesquisa, organização e expressão dos conhecimentos.   
            Os projetos pedagógicos, no Estágio II, provavelmente serão formulados de diferentes maneiras, receberão diferentes contornos, conforme os interesses e as necessidades do grupo de crianças, contudo não se  perderá de vista que as crianças são protagonistas e precisam estar engajadas na construção do seu conhecimento e no desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas habilidades.                                                                                                                                    
Objetivos
  • Edificar uma base comum que contemple os mesmos princípios e fundamentos da Educação Infantil para a construção e desenvolvimento dos Projetos de Intervenção no Estágio II;
  • Compreender que qualquer proposta de trabalho para a Educação Infantil deve ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira com a finalidade de ampliar as experiências das crianças.

Metodologia
            O processo metodológico para a elaboração desse projeto se deu a partir de discussões e reflexões teóricas acerca das concepções de infância e de Educação Infantil realizadas em sala de aula nas disciplinas de Orientação em Docência na Educação Infantil I e Estágio Supervisionado em Docência na Educação Infantil I. Ao mesmo tempo, vivenciamos diversas experiências de observação e coleta de dados nas instituições de Educação Infantil: creche e pré-escola.
            Cada grupo de estagiárias observou e registrou as concepções e práticas norteadas nos campos de estágio por durante cinco vivências nos meses de março e abril na creche e nos meses de abril e maio na pré-escola, totalizando 60 horas de observação.

Recursos
·       Discussões teóricas realizadas em sala de aula;
·       Os registros da realidade pedagógica no campo de estágio;
·       Os autores e estudiosos da Educação Infantil;
·       Filmes.
Em relação ao futuro Projeto de Intervenção serão levantados, de maneira minuciosa, os recursos a serem utilizados, levando em consideração os materiais adequados e disponíveis, os espaços físicos que cada campo de estágio dispõe e também a colaboração das pessoas envolvidas: estagiárias, professora orientadora e professores dos campos.


Culminância
O Projeto Coletivo de Estágio é a base de sustentação para a elaboração dos Projetos de Intervenção que serão desenvolvidos no Estágio II. Sendo assim, a culminância deste projeto se dará somente ao final do Estágio II, no segundo semestre de 2013.

    Avaliação
A avaliação acontecerá durante a elaboração e desenvolvimento dos Projetos de Intervenção nos campos de estágio: creche e pré-escola no Estágio II. A avaliação constará de reflexões constantes do trabalho junto aos grupos de crianças ao longo do desenvolvimento dos Projetos de Intervenção, tendo como parâmetro a coerência entre as concepções defendidas e as práticas empreendidas. Na verdade o processo avaliativo constituirá de duas vertentes: uma direcionada a acompanhar o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos e a outra de qualificar nossa prática pedagógica com a finalidade de redirecionar nossa caminhada sempre que se fizer necessário

Referências
BARBOSA, Maria Carmen Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos pedagógicos na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. MEC, 2010.
PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006.

Projeto-creche


PROJETO- VIAJANDO POR NOVOS CAMINHOS COM A TURMA DO JARDIM


 Apresentação

A educação infantil é uma etapa imprescindível na vida das crianças, na qual é essencial que perpasse por ela brincadeiras e interações, pois estas promovem e ampliam o desenvolvimento das mesmas. Este projeto de trabalho visa proporcionar condições que favoreçam esse processo, pois sabe-se que a convivência entre pares e o brincar trazem grandes benefícios à vida dos pequenos.
Crady e Kaercher (2001 p.105) ressaltam que,
O brincar proporciona a troca de pontos de vistas diferentes, ajuda a perceber como os outros o veem, auxilia a criação de interesses comuns, uma razão para que se possa interagir com o outro. Ele tem, em cada momento da vida da criança, uma função, um significado diferente e especial para quem dele participa. Aos poucos, os jogos e brincadeiras vão possibilitando ás crianças a experiência de buscar coerência e lógica nas suas ações governando a si e ao outro. Elas passam a pensar sobre suas ações nas brincadeiras, sobre o que falam e sentem, não só para que os outros possam compreendê-las, mas também para que continuem participando das brincadeiras. Ai está o difícil e o fácil que é o brincar e o conviver com o outro.

É vislumbrado as crianças como sujeitos que pensam, falam e fazem escolhas que desenvolveremos esse trabalho; a perspectiva é criar condições favoráveis para o desenvolvimento e aprendizagem por meio da exploração de diversos elementos e ambientes, viajando por novos caminhos e adquirindo uma melhor compreensão de mundo.

Justificativa                                                               
As crianças precisam de condições que possibilitem desvendar os mistérios da vida, elas são ótimas apreciadoras e possuem uma incrível sensibilidade e nada melhor do que descobrir isso brincando e interagindo, de forma saudável, com o próximo e com os objetos que os cercam.  Nós educadores devemos incentivar essa curiosidade e essa vontade de dar sentido ao mundo. Para Craidy e Kaercher (2001, p.103),

a criança expressa-se pelo ato lúdico e é através desse ato que a infância carrega consigo as brincadeiras. Elas perpetuam e renovam a cultura infantil, desenvolvendo formas de convivência social, modificando-se e recebendo novos conteúdos, a fim de se renovar a cada nova geração. É pelo brincar e repetir a brincadeira que a criança saboreia a vitória da aquisição de um novo saber fazer, incorporando-o a cada novo brincar.

Ao brincar a criança aprende a conhecer a si, ao meio em que está inserida e ao próximo, essa interação é de suma importância, pois existe uma troca de conhecimentos, na qual um ajuda o outro a crescer e a se desenvolver. É por meio do diálogo que surgem as indagações, as dúvidas, o levantamento de hipóteses. Diante disso, o educador deve ser um mediador e proporcionar formas para que essas curiosidades levem sempre a outras ampliando o campo de visão de mundo.
Por meio desse projeto buscaremos valorizar as crianças na construção de sua identidade e socialização, envolvendo-as numa aprendizagem significativa e prazerosa. Sabemos que momentos de conversas e brincadeiras, tem grande importância na compreensão e interação com o mundo pela criança.
A criança não nasce sabendo brincar por isso, partiremos da necessidade da criança em compreender o mundo por meio do brinquedo, e de brincadeiras sempre observando que as concepções de sujeito e criança estão presentes em diferentes lugares e culturas, Kaercher (2001, p. 102) afirma que: “entender essas concepções é possibilitar que vivam intensamente o seu modo de ser criança. É compreender sua cultura, seus valores, desejos, e, principalmente, as necessidades que têm de compreender a realidade que as cerca através do brinquedo”.
O brincar transforma significados sobre o mundo à criança, é compreendido como significações que estruturam as relações entre elas. A brincadeira se enriquece no espaço social, proporcionam experiências, reelaborações de ações, interações e convivência social, Borba (2009, p. 71) explicita que:

No brincar, as crianças vão também se constituindo como agentes de sua experiência social, organizando com autonomia suas ações e interações, elaborando planos e formas de ações conjuntas, criando regras de convivência social e de participação nas brincadeiras.


                Pretendemos contribuir para a aprendizagem das crianças de uma forma mais significativa criando possibilidades de conhecimento por meio das brincadeiras  envolvendo-as em situações lúdicas, prazerosas.
   Nessa perspectiva o brincar não é uma forma de ocupar o tempo, mas sim uma linguagem que fornece subsídios para a expressão, sendo também um meio de desenvolver habilidades corporais, cognitivas e de aprender a conhecer, além de propiciar a experimentação de sentimentos, tais como prazer, alegria, medo, entre outros que afloram no ato lúdico.
Essa forma de pensar o brincar influencia a pratica de tal modo que as trocas entre adulto-criança tornem-se extremamente significativas para o desenvolvimento e aprendizagem na educação infantil.
Vygotsky (apud Borba, 2009 p.72) afirma que,
brincar é fonte de desenvolvimento e de aprendizagem, construindo uma atividade que impulsiona o desenvolvimento, pois a criança se comporta de forma mais avançada que na vida cotidiana, exercendo papeis e desenvolvendo ações que mobilizam novos conhecimentos, habilidades e processos de desenvolvimento  e de aprendizagem.


Para promover o brincar das crianças bem pequenas, é essencial um ambiente apropriado, estimulante e uma interação qualificada, onde o educador seja também ouvinte das vontades e anseios das crianças, criando laços de afetividade e confiança através do lúdico. Estas atitudes são resultantes da percepção do adulto sobre a criança como sujeito ativo, capaz de aprender sobre a importância do brincar como elemento relevante para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças.
Desde pequenas, as crianças desenvolvem situações de interação com os mais velhos, que constituem formas essenciais da aprendizagem e do brincar.  “Moura (2009 p.81) afirma que ‘‘a brincadeira favorece a interação” e através das brincadeiras que o educador cria laços mais concretos com as crianças, e elas se sentem confiantes em se expressar, comunicar e colocar seu ponto de vista, formando assim sua personalidade, através do lúdico e da interação com o educador, colegas e outras que compõem a instituição e os familiares. E o desafio de estar com as crianças passa pela comunicação, pois interpretá-las exige disponibilidade, conhecimento e interesse por parte do adulto.

Objetivos
       ·       Valorizar e compreender as crianças como seres de direitos, ativos e capazes de agirem sobre o mundo;
         ·          Colocar em prática a proposta do Projeto Coletivo de Estágio, no qual as brincadeiras e interações são imprescindíveis e devem nortear o trabalho na educação infantil;
          ·          Promover por meio do diálogo um ambiente na qual as crianças sintam prazer para expor suas ideias, pensamentos e vontades, interagindo e aprendendo umas com as outras.

Metodologia
Foi através das observações e coletas de dados no campo creche e no Projeto Coletivo de Estágio, que o processo metodológico se constituiu para elaboração desse projeto. Partimos da ideia de que as brincadeiras e as interações devem nortear o trabalho na educação infantil.
Visando as crianças como seres de direitos, busca-se atender suas curiosidades, através de interações, rodas de conversas, dinâmicas de grupos, cantigas de rodas, teatros, brincadeiras entre outros, sempre proporcionando ricas vivências, na qual as crianças poderão, dentro do espaço coletivo, exercitar sua criatividade e imaginação, explorar e adquirir sua compreensão de mundo, utilizando das múltiplas linguagens, de forma a valorizar suas potencialidades.
Ressaltando que todo o processo se dará com base no que os pequenos se interessam e almejam desvendar, para isso estaremos sempre reavaliando as práticas e fazendo novos planejamentos, no intuito de atender e promover o desenvolvimento dos mesmos.

Recursos
Durante as vivências utilizaremos materiais simples e de acordo com a realidade da Instituição da Educação Infantil, trabalhando com materiais recicláveis como o papelão e o jornal, ressaltando o valor de transformar um material utilizado em algo de grande significância como o brinquedo. Para criar um ambiente prazeroso e descontraído utilizaremos de cantigas e de outros gêneros musicais, de acordo com cada encontro.
Proporcionaremos as crianças momentos para explorarem sua linguagem oral através da dramatização, contação de histórias, das músicas e brincadeiras. No decorrer das vivências as crianças terão maior contato com diferentes materiais, através de oficinas de arte: Produção de cavalinhos de papelão e de barquinhos de papel cartão.


Avaliação
Durante o desenvolvimento deste, as avaliações dar-se-á através de reflexões junto às crianças, tendo como parâmetro a coerência entre as concepções defendidas e as práticas empreendidas. O processo avaliativo constituirá de duas vertentes: uma direcionada a acompanhar o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos e a outra de qualificar nossa prática pedagógica com a finalidade de redirecionar nossa caminhada sempre que se fizer necessário.

Referências
BARBOSA, Maria Carmen Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos pedagógicos na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BORBA, Angela Meyer. A brincadeira como experiência de cultura. In: CORSINO, Patricia (org.). Educação Infantil – cotidiano e políticas. Campinas, SP: Autores e Associados, 2009.
BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. MEC, 2010.
DORNELLES, Leni Vieira. Na escola infantil todo mundo brinca se você brinca. In: CRAIDY, Maria, KAERCHER, Gládis Elise P. da Silva (orgs.). Educação infantil - pra que te quero? Porto alegre: Artmed, 2001.
MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: Prazer e Aprendizado. 8. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
MULLER, Fernanda, REDIN, Marita M. Sobre as crianças, a infância e as praticas escolares. In: MULLER, Fernanda, REDIN, Marita M. et al. (orgs). Infâncias – cidades e escolas amigas das crianças. Porto Alegre: Mediação, 2007.
PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis - Volume 3, Números 3 e 4, p.5-24, antyi2005/2006. (antigo).



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Lembrancinha para o dia das crianças


Materiais para o artesanato com pet:
- fundo de garrafas pet
- ferro quente para fazer a borda da pet
- e.v.a na cor azul ou laranja
- molde
- tesoura
- caneta preta permanente para os detalhes do desenho
- cola quente
- lacinho de fita (opcional)
- doces: balas, surpresas e pirulitos

Passo a passo para fazer a tartaruga de pet:

1- Comece fazendo a borda da pet no ferro quente (Atenção: cuidado para não se queimar!)
2- Imprima o molde , recorte a tartaruga e passe para o eva, recorte.


3- Faça detalhes no desenho com a caneta permanete preta.
4- Coloque os docinhos dentro do pote de pet


5- Pingue cola quente nos 4 cantos da lateral do pote e em seguida cole a tartaruga.
6- Enfeite com um lacinho sua lembrancinha de tartaruga, fica uma gracinha.

Agora é só fazer a felicidade da criançada com as tartarugas de pet.


Diversos moldes:





 Sites:
http://cacareco.net/2011/07/14/tartaruga-de-garrafa-pet-lembrancinha-com-reciclagem/
moldes:
http://cantinhodassugestoes.blogspot.com.br/2009/11/plano-de-aula-tarataruga-e-lebre.html
http://www.painelcriativo.com.br/2013/05/23/bichinhos-feitos-com-reciclagem-e-sucata/
http://visaodigital.org/tiatati/tag/moldes-de-tartaruga/